A emancipação da mulher trabalhadora se constrói na luta contra a burguesia e seu Estado

Por FOB-DF  |  fob-df@protonmail.com

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Os ataques sofridos em tempos de ajuste fiscal e reformas neoliberais atingem com mais força e intensidade as mulheres do povo.

Às mulheres são reservados os menores salários e os trabalhos mais precarizados, mais desvalorizados socialmente, as jornadas de trabalho mais extensas e exaustivas.

O atual estado de exceção reprime os movimentos sociais e o povo pobre, mata mulheres e homens e visa eliminar todo tipo de resistência e reivindicação.

Nos dizem que a saída para a desigualdade de gênero é votar pela representatividade feminina no parlamento; mas o parlamento estatal existe para defender a ordem burguesa de exploração econômica.

Que o combate contra o machismo cotidiano se dá pela união das mulheres no geral; porém entre a trabalhadora e a patroa há um abismo.

Que as leis punitivas contra as várias violências machistas sofridas por mulheres serão eficazes; porém a realidade mostra que não.

É ilusório querer reformar o sistema em que vivemos, mantendo intactos sua estrutura e funcionamento, para melhorar as condições de exploração e violência sofridas por trabalhadores e trabalhadoras. Não há capitalismo sem machismo!

Neste ano eleitoral, muitas serão as promessas e tentativas de submeter a luta da mulher trabalhadora aos jogos de poder no Estado burguês.

É urgente que as mulheres da classe trabalhadora se organizem de forma autônoma enquanto parte da classe explorada, a partir dos locais de estudo, trabalho e/ou moradia, construindo um poder de baixo para cima, tendo como princípio a combatividade, a autodefesa, a independência aos partidos políticos, governos, empresas e ao Estado.

TRABALHADORA: NÃO VOTE, LUTE!

CONSTRUA O SINDICALISMO REVOLUCIONÁRIO!

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