Ato do segundo Breque dos Entregadores de APP no RJ, 25 de julho

Ato do segundo Breque dos Entregadores de APP no RJ, 25 de julho

Por RMC-RJ

A concentração da Segunda Greve Nacional dos Entregadores de Aplicativos, 2° Breque dos Apps, começou às 8h30 na Candelaria, Centro do Rio de Janeiro.

Além dos Entregadores de Aplicativos, os Motoristas de Aplicativos, também participaram do ato e da paralisação.

As pautas do breque são:

1. Aumento do valor pago para aos entregadores e entregadoras por km.
2. Aumento do valor mínimo por pedido.
3. Fim dos bloqueios indevidos.
4. Auxílio pandemia (EPIs e licenças).
5. Seguro de roupa, acidente e de vida.
6. Fim da pontuação e restrição de local.

20200725_100044

O primeiro breque, dia 1° de julho, teve impacto, ao passo que as empresas de aplicativos estão investindo mais em propaganda para inventar uma imagem de empresas com função social importante.

Mas a propaganda dos empresários não enganam os trabalhadores e trabalhadoras que continuam firmes nas suas reivindicações e denunciam a exploração e as condições precárias de trabalho quem são submetidos.

O Sindicato Geral Autônomo do Rio de Janeiro (SIGA-RJ)  em ação conjunta com com o Sindscope ajudou o Movimento dos Entregadores Antifascistas-RJ. Como parte das ações das Jornadas de Luta Antirracista Contra o Genocídio e Por uma Vida Digna distribuiu 100 máscaras com filtro e 100 frascos de álcool em gel de 60 ml, além de ajuda como EPI dos trabalhadores e trabalhadoras. Os recursos para a compra das máscaras e do álcool em gel foram doados pelo Sindicato dos Servidores do Colégio Pedro II, Sindscope.

20200725_114002

O Armazém do Campo/MST distribuiu quentinhas para o almoço dos grevistas e manifestantes.

Os entregadores e entregadoras também reforçaram as campanhas de solidariedade para os trabalhadores que sofreram acidentes durante a realização de entregas e não tiveram cobertura de qualquer sistema de proteção social, estão contanto somente com a rede de solidariedade e ajuda mútua dos próprios trabalhadores e trabalhadoras.

Viana, um dos entregadores que sofreu acidente durante o trabalho, denúncia que ao entrar em contato com a empresa o atendente disse que a empresa já tinha pregado auxílio pois designou outro entregador para concluir as entregas. Ou seja, por parte dos empresários não há qualquer medida de caráter de auxílio à saúde e à proteção.

20200725_113928

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *