Em 2011 o Brasil foi sacudido por greves de trabalhadores da educação reivindicando o piso salarial da categoria. No Ceará não foi diferente. Após a dura greve da rede municipal de Fortaleza no primeiro semestre, com intransigência do governo Luizianne Lins/PT, que não aplicou o 1/3 de planejamento, a rede estadual entra em luta no segundo semestre após manobras da APEOC/CTB para não unificar as greves da rede estadual e municipal.
Entramos em setembro na ilegalidade, e ao final do mês, a categoria ocupou a Assembleia Legislativa para barrar a votação de um PL que era danoso para a categoria. Em meio a ocupação, a tropa de choque invadiu a Assembleia e iniciou uma batalha que durou por todo o dia. A categoria estava determinada e manteve a ocupação, derrotando a tropa de choque.
Infelizmente dois colegas foram duramente agredidos, Arivalto Freitas e Ronaldo Rogério foram vítimas da violência policial do governo Cid Gomes/PDT e do então presidente da Assembleia, Roberto Cláudio/PDT. Arivalto chegou a ser algemado no hospital.
Após 13 anos a perseguição a ambos contínua. A acusação é de dano ao patrimônio público por um escudo do choque danificado e lesão corporal por um policial ter se lesionado ao bater o próprio braço no escudo. Ainda assim, as acusações não foram retiradas e o Estado continua perseguindo ambos os colegas.
A SOLIDARIEDADE É NOSSA ARMA!
TODOS AO FÓRUM CLÓVIS BEVILÁQUA TERÇA (30/07) ÀS 8H.
Oposição de Resistência Classista – ORC